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A propaganda não é a alma do negócio
Lembra daquele velho conceito: a propaganda é a alma do negócio? Para aqueles que ainda não sabem: essa tese já morreu faz tempo. O problema é que muitos anunciantes ainda acreditam que basta colocar um anúncio qualquer, feito de todo jeito e por qualquer um, que seu problema será resolvido.
A alma do negócio é o dono do negócio, é a capacidade que ele tem de enxergar seu próprio umbigo e o dos outros também, é delegar atribuições a profissionais competentes, é saber o que quer, como e aonde quer chegar, é a qualidade do produto e do serviço, é o posicionamento da marca, é a estratégia de marketing, é a propaganda bem pensada, é saber o que vende, a quem vende e, sobretudo, não se vender a qualquer preço.
No nosso mercado, todos os dias, é possível esbarrar no amadorismo de muitos anunciantes. As ruas estão repletas, os veículos estão entupidos de equívocos. “Meu filho mexe muito bem no Corel Draw, foi ele quem fez a minha logomarca”, diz o empresário, orgulhoso do talento do garoto. Pai coruja pode ser, mas querer viver no escuro é demais.
Enquanto os grandes centros estão discutindo os avanços, como a propaganda em celular, a convergência de mídias, a TV digital, a gente ainda convive que esse tipo de coisa, com atitudes que desrespeitam o básico, que é entregar a criação de uma marca a um profissional.
Sinceramente, eu não queria estar aqui falando sobre temas tão ultrapassados: profissionalização do mercado, a necessidade de ter estratégias de marketing, investir no posicionamento da marca etc. Isso não é mais novidade há muito tempo, não é nada de outro mundo, é commodity, toda empresa tem que ter, antes de colocar a cara na rua.
Infelizmente, esses temas sempre estão na ordem do dia, porque a gente sempre se depara com as mais variadas aberrações. Se falar neles não resolve, pelo menos serve como desabafo. Pode servir como alerta para as novas gerações, para os estudantes ou, se não servir para ninguém do mercado, serve para eu exercitar a minha indignação.
A gente estuda, especializa-se, informa-se, investe na contratação de bons profissionais, preocupa-se com o negócio do cliente, vai para um lado, corre para o outro, faz das tripas coração, tira leite de pedra e, no final das contas, o anunciante arranja qualquer um para cuidar da comunicação do seu “precioso” negócio. Não se engane: existe empresário que deixa sua marca nas mãos de gente que vende a alma em troca de um bom negócio, que não sabe sequer a diferença entre “estratégia para atingir o público-alvo” e “estratégia para se dar bem em tiro ao alvo”.
É uma pena para o nosso mercado, mas é a pura realidade: alguns empresários estão matando a alma do negócio. E o pior: estão correndo sério risco de ver o negócio se transformar em alma penada.
Allysson Teotonio - Diretor de Atendimento da Faz Comunicação
Escrito por Allysson Teotonio às 10h59
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Aos 422 anos de João Pessoa
Todo dia, a gente tem um passado para lembrar. E alegrias para compartilhar. Todo dia, a gente tem o verde para respirar e o mar para admirar. Todo dia, a gente tem a praça para se encontrar. E o mundo a conquistar. Todo dia, a gente tem o desenvolvimento para impulsionar. E o futuro para traçar. Todo dia, a gente tem motivos para comemorar. Todo dia, João Pessoa tem uma nova história para contar.
(Allysson Teotonio / LC)
Escrito por Allysson Teotonio às 14h30
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Faz ganha licitação do Sebrae
A Faz foi a agência vencedora da licitação do Sebrae Paraíba para prestação do serviço de assessoria de imprensa. Outras duas agências concorreram na licitação. A partir deste mês de outubro, a Faz passa a dar suporte à Assessoria de Comunicação do Sebrae/PB, coordenada pala jornalista Renata Câmara. Para atender à nova conta, a Faz tem dois novos profissionais na equipe: os jornalistas Valter Roque (em Campina Grande) e Fernando Ivo (em João Pessoa).
Escrito por Allysson Teotonio às 16h23
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É triste
Enquanto amante da vida noturna, sempre estou atento a esse tema. Por isso, tenho percebido ultimamente que João Pessoa nunca esteve tão carente de opções nessa área: poucos bares, os mesmos restaurantes, shows de qualidade cada vez mais escassos, pouca movimentação no circuito cultural.
O Baixo Tambaú, point principal da noite pessoense, está em baixa, poucas opções resistem naquele local. O Cabo Branco não tem nada de novo. Manaíra, idem. O Bessa, que ganhou novas casas, tenta se iniciar na vida noturna. O Centro Histórico, quase deserto. Nos Bancários, algumas opções, mas nada que empolgue.
Com exceção das iniciativas da Prefeitura, que tem levado eventos culturais para alguns pontos da cidade, nada de novo surge na noite da cidade. Outra exceção são as iniciativas da Fundação Espaço Cultural. A iniciativa privada, que deveria movimentar-se, nunca esteve tão tímida em seus investimentos.
Que o turismo em João Pessoa vem crescendo, melhorando, isso é fato. Mas, mesmo assim, esse crescimento ainda não proporcionou um incremento considerável na vida noturna pessoense.
Experimente, por exemplo, procurar um lugar diferente pra você fazer um happy hour na sexta-feira à noite. Você vai perceber que as horas se passam, numa procura sem fim, e, ao invés de feliz, você fica triste.
Escrito por Allysson Teotonio às 17h59
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Exército de uma mulher só
Admiro sua inteligência, sua combatividade e sua coragem, mas como cidadão e eleitor, tenho o direito de fazer essa pergunta e de exigir sua sinceridade: o presidente Lula tinha um discurso parecido com o seu, antes de chegar à presidência. No entanto, a prática se mostrou diferente. Por isso, eu lhe pergunto: a senhora acha mesmo que é possível governar sem fazer concessões? Acredita realmente que é possível fazer uma revolução com o exército de uma mulher só?
Essa foi a minha intervenção no debate que sucedeu a palestra da senadora Heloísa Helena no I Empol – Encontro de Marketing Político, encerrado no último final de semana em João Pessoa. Fiz esses questionamentos depois de comparar vários trechos do discurso da senadora do PSOL com o de Lula, antes de chegar ao Palácio do Planalto.
Depois de responder a várias perguntas da platéia, Heloísa Helena tentou responder a minha. Tentou, apenas. Porque, objetivamente, não me respondeu. Esperei que ela dissesse que seu discurso era diferente, sincero e realista ou qualquer outra coisa. Mas nada disso ou algo parecido aconteceu. Ela apenas divagou sobre temas afins, sem ir direto ao assunto. Preferiu dizer que adoraria governar com a maioria do Congresso na oposição e outras frases de efeito.
Quanto ao exército de uma mulher só, sugeriu que eu não subestimasse a minha força. Só disse isso. O que ela não entendeu é que quis dizer que sozinha, por mais inteligente, corajosa e combativa que seja, seu projeto de país não vai chegar a lugar nenhum. Enquanto ela esperneia (no bom sentido, vale salientar), a maioria dos demais colegas do Senado e da Câmara está dando risada, pouco se lixando com o futuro do Brasil.
Considero a senadora alagoana um exemplo, uma figura essencial para a democracia, um contraponto necessário no Congresso, acredito na sua sinceridade e na sua honestidade. O problema é que discursar é muito fácil, difícil é chegar ao Palácio do Planalto e conseguir se trancar em suas próprias convicções, crente que vai fazer tudo aquilo que desejaria. Acompanho os erros e os acertos de Lula. Acho que ele, inclusive, não é o melhor para o Brasil. Mas, depois de tudo que já vimos na história desse país, ele não é o pior.
A política é um jogo, e a senadora Heloísa Helena precisa aprender a jogar sem utopias – e sem trair seus princípios, obviamente. Se de fato sonha com um mundo “socialista”, digno para todos, como eu também gostaria que existisse, ela precisa “espernear” menos e colocar os pés no chão.
Escrito por Allysson Teotonio às 15h22
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U2 é show
Na segunda-feira 20, por volta das 15h, chegamos à Brigadeiro, esquina com a Paulista. Enquanto a multidão anda de um lado pro outro, na agitada região central de São Paulo, eu, Patrícia, Gianne, Érico e Cláudia pegamos um ônibus. Destino: Morumbi. Depois de 45 minutos, aproximadamente, chegamos ao famoso (e nobre) bairro, cheio de mansões, onde fica o Estádio do São Paulo. Pra evitar uma caminhada de 15 minutos e pra não correr o risco de ser assaltado, já que estávamos transportando uma pequena fortuna em ingressos (na porta do estádio cada ingresso seria facilmente vendido pelo dobro do preço original), resolvemos pegar um táxi até o estádio. Depois de uma rápida procura pelos portões 2 e 18, finalmente estávamos dentro do Morumbi – Cláudia entrou pelo portão 2 e o restante do grupo pelo 18.

Quando entrei no estádio, pensei: porra, e não é que vou mesmo assistir ao show do U2! Confesso que cheguei a pensar: vai que acontece algum problema e não consigo ver o show. Aliviado, assim que cheguei à pista, fui logo procurando um lugar legal pra ficar. Ficamos à esquerda do palco, em frente à torre de som, pouco metros da hot área. Quem chegou até meio dia conseguiu ficar lá, colado ao palco. Sentados no chão, só levantávamos pra ir ao banheiro ou comprar alguma coisa pra beber. No meu caso, fui umas três vezes ao posto médico colocar remédio no nariz, achei de espirrar feito um condenado justamente no dia show. O estádio ainda tinha “pouca” gente quando chegamos, dava pra se movimentar legal. Só começou a lotar por volta das 18h. Detalhe: o show de abertura (da banda Franz Ferdinand) estava marcado pra começar às 20h e o do U2, às 21h15.
Por volta das 19h, eu e Patrícia fomos comprar o “jantar” no Bob’s – o restante do grupo ficou guardando o nosso lugar. Passamos uma meia hora na fila pra poder receber os sanduíches e os refrigerantes. Não era permitido vender cerveja ou qualquer bebida alcoólica. Uma pena: tivemos que ficar sóbrios. Às 20h, como prometido, entrou no palco a Franz Ferdinand. Com o som um pouco baixo, tocou suas músicas, que a maioria do público não conhecia, inclusive eu, que só conhecia uma. O som da banda é legal, prometi ouvir atentamente no futuro, mas naquele lugar a gente queria mesmo era ver U2. Enquanto alguns curtiam a banda escocesa, outros davam “tchau, queremos U2” – os caras do Franz vestiam umas roupas esquisitas: o vocalista mais parecia Agostinho, de A Grande Família.
Mas vamos ao que interessa... Finalmente, às 21h45, as luzes se apagam, o supertelão se acende e o U2 sobe ao palco. A primeira música é “City of Blinding Lights”, do mais recente CD. Por pouco, o Morumbi “vai abaixo”. Apesar de muita gente, não houve tumulto, a platéia se divertiu como pôde. Quem quis pular pulou, quem não quis também teve seu direito preservado. Importante ressaltar: a organização do show foi muito boa. Tudo funcionou: acesso, mobilidade, segurança... Nota zero para os malas que vendiam água: no começo do show era R$ 3,00 (em João Pessoa, a gente compraria por R$ 1,00 no máximo); quando o show estava perto de acabar, o copinho já era vendido por R$ 5,00.
Pra mim, os melhores momentos do show foi ouvir os clássicos – embora também goste dos discos mais novos. Eis os que mais emocionaram: “New Year’s Day”, “I Still Haven’t Found What I am Looking for”, “ Pride - In The Name of Love”, "Sunday Bloody Sunday", "Bullet in the Blue Sky", "Where the Streets Have No Name", "One" e "With or Without You" – apesar de não ser minha preferida, pra mim foi o ápice do show. O U2 deixou o palco por volta da meia-noite, depois de tocar várias músicas no “bis”. Depois que a multidão deixou o estádio, a gente saiu. Quando chegamos lá fora, a primeira coisa que fizemos foi comprar cerveja, estávamos todos sedentos. Afinal, vínhamos de uma maratona de 8 horas no estádio, pra ver um show de rock, sem uma gota de álcool pra matar a “sede”. Do show, ficou a sensação de quero mais. Do dia exaustivo, que bom que ele acabou da melhor forma possível.
Escrito por Allysson Teotonio às 18h43
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Sampa
Já perdi as contas de quantas vezes fui a São Paulo. Por isso, alguns podem até pensar que, pra mim, não há mais novidade naquela cidade. Fui várias vezes e pretendo voltar sempre que for possível, porque sempre há algo novo pra conhecer.
Como diria Caetano, “alguma coisa acontece no meu coração que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João”. E por falar nisso, mais uma vez cruzei a Ipiranga com a São João e fui tomar um chopp no Bar Brahma, o mais famoso da cidade - com Patrícia, Gianne, Érico e Cláudia Carvalho. Em pleno Centro antigo, é um lugar irresistível. No Centro, por sinal, o que não falta é atração: o Teatro Municipal, o Vale do Anhangabaú, o Viaduto do Chá, a Catedral da Sé, o Terraço Itália...
Dessa vez, arranjei tempo e visitei o Parque da Independência e seu maravilhoso Museu do Ipiranga. Vale a pena conhecer, ver um pouco da história de São Paulo e do Brasil. Construído no bairro de Ipiranga, o prédio é uma verdadeira obra de arte, principalmente para quem se amarra em arquitetura, como eu. E custa muito pouco conhecer: apenas R$ 2,00 o ingresso – e às vezes é grátis.
Ir a São Paulo e não passear na Av. Paulista é um crime. Coração financeiro do Brasil, a Paulista é um celeiro de novidades – é lá onde fica o Masp. Gente pra todo lado, de todas as cores, de todos os credos, de todas as classes. A qualquer hora do dia ou da noite, vale a pena o passeio. Na região da Paulista, o que não falta é novidade: caminhar pelas alamedas Santos, Jaú e Franca, na rua Augusta e descansar em um dos inúmeros cafés dos Jardins é um programa que recomendo.
À noite o cardápio é variado: tem tudo o que você pensar. Se a idéia é comer uma pizza genuinamente paulistana, que tal ir ao tradicional Esperanza, no Bexiga? Mas se a idéia for um barzinho descolado, com gente de cabeça aberta, a Vila Madalena pode ser a pedida. Também teatro, cinema, show, nada disso falta.
Fui a Sampa para assistir ao show do U2, mas não podia deixar de curtir as atrações permanentes da cidade. Afinal, São Paulo é um show à parte! Tudo que escrevi aqui é só um pouquinho de São Paulo, essa terra que aprendi a admirar desde a primeira vez estive. É uma cidade que se reinventa todo santo dia, toda santa hora, para que os novos baianos, paraibanos, gaúchos, italianos e sei lá mais o que possam curti-la numa boa.

Escrito por Allysson Teotonio às 18h45
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Faz publica site
O site da Faz já está no ar. O site traz as principais informações sobre a agência. Perfil, notícias, equipe e portfolio são as principais páginas. Para conhecer, basta acessar o endereço www.fazcomunicacao.com.br.
Escrito por Allysson Teotonio às 22h55
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Faz é uma das mais premiadas no Chapéu de Ouro
A Faz foi uma das agências de publicidade mais premiadas na sexta edição do Prêmio Chapéu de Ouro, promovido pelo Sistema Correio de Comunicação. A agência levou três prêmios, sendo dois primeiros lugares e um terceiro. Realizado ontem à noite, no Teatro Santa Rosa, o evento reuniu as principais agências do Estado.
Na categoria Rádio/Spot varejo, a Faz ficou com o primeiro lugar, com a peça Supersemestre, da Prodígio Academia. Na categoria Jornal/Governamental, também levou o primeiro lugar, com o anúncio "Seu carro na calçada também é absurdo", da Prefeitura de João Pessoa. Na categoria TV/Governamental, ficou com o terceiro lugar com o filme "Faça sua parte", também da Prefeitura de João Pessoa.
Com menos de dois anos no mercado, a Faz é hoje uma das principais agências do Estado. Em pouco tempo, conquistou grandes clientes no setor público e privado e entrou para a lista das mais premiadas. No ano passado, também ganhou três prêmios Chapéu de Ouro.
Escrito por Allysson Teotonio às 19h04
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O novo cartão-postal
“Acho o povo de João Pessoa muito educado. Basta a gente estender a mão, e os carros param antes da faixa de pedestre”, disse uma turista em visita à cidade. Com essa simples frase, extraída do nosso cotidiano, já dá para perceber que estamos no caminho certo. E essa não é apenas uma opinião isolada, basta ver diariamente os pedestres na faixa e os carros parando para eles atravessarem.
O bom nisso tudo é saber que a cidade que respeita o pedestre ganha o título de “povo educado”, o que é bom para nossa auto-estima e até como diferencial turístico. Quem nunca ouviu dizer que na Europa basta colocar o pé no meio-fio que os carros param para o pedestre atravessar? E isso já começa a ser uma realidade em João Pessoa.
Infelizmente nem todos aderiram à onda do respeito à faixa, existem até os que são contra. Fazem comentários do tipo: “Isso é uma irresponsabilidade, é propaganda enganosa, só vai aumentar o número de acidentes nas ruas”. Mas não tem nada não, o tempo vai mostrar que os efeitos dessa campanha só trarão benefícios para a cidade.
Sem dúvida, João Pessoa vai se tornar referência nacional, assim como Brasília. Vamos mostrar ao país que não é preciso ter a “educação européia” para aprender a respeitar o pedestre. Se não tínhamos o hábito de respeitar a faixa, estamos começando a ter. E o que é melhor: não foi só a força de uma campanha na mídia que fez essa realidade mudar, foi a pré-disposição do pessoense, que está se conscientizando de uma série de deveres e direitos que estavam engavetados pelo poder público, só esperando alguém tomar a iniciativa de lançá-los nas ruas.
Assim como nos orgulhamos das nossas praias, do nosso verde e do nosso patrimônio histórico, encontramos mais um motivo de orgulho na nossa cidade: o respeito à vida dos pedestres. Isso será mais um cartão-postal de João Pessoa, e aquela turista que nos achou “educados”, breve, passará a ter certeza.
Escrito por Allysson Teotonio às 18h58
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STTrans lança segunda fase de campanha sobre travessia de rua no dia 11
As coisas estão mudando na relação motorista-pedestre em João Pessoa. Muitos dos condutores param antes da faixa e os transeuntes procuram atravessar a via com segurança. Essa mudança de comportamento é visível nas ruas e avenidas da cidade depois que a Prefeitura, por meio da STTrans, lançou o programa de travessia de pedestre com a campanha “Respeite a faixa. Faça a sua parte! João Pessoa vai se orgulhar’, em 22 de agosto de 2005. A segunda etapa do programa será apresentada à imprensa no próximo dia 11 (quarta-feira), às 9h, na sede do órgão, e contará com a participação do prefeito Ricardo Coutinho (PSB).
Essa nova fase terá como foco principal o pedestre, que ainda tem dúvidas com relação à travessia na faixa. Durante a apresentação da campanha, a agência Faz vai mostrar as peças publicitárias que serão veiculadas nos meios de comunicação (TVs, rádios e outdoors), além de adesivos para carro e panfletos educativos.
“Hoje podemos afirmar que toda a população tomou conhecimento da campanha e tem mostrado que mudanças para melhor podem ocorrer em pouco tempo”, disse o titular da STTrans, Deusdete Queiroga Filho.
Pesquisa – Para acompanhar o comportamento de pedestres e motoristas, a gerência de Educação para o Trânsito do órgão realizou uma pesquisa em cinco faixas de pedestres nos principais bairros da cidade em dezembro. De acordo com o estudo, 54% dos motoristas pararam espontaneamente nas faixas. Já 40% das motocicletas também respeitaram a faixa. O melhor desempenho ficou por conta dos motoristas de transporte coletivo, com 85% de paradas na faixa. O pedestre também tem seguido a regra. De 100 pedestres pesquisados, 56% procuraram a faixa para atravessar a via.
Fonte: Secom-JP
Escrito por Allysson Teotonio às 22h35
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Cada um tem aquilo que merece*
Àqueles que não acreditaram, o engano
Àqueles que não apostaram, a lamentação
Àqueles que subestimaram, o espanto
Àqueles que torceram contra, a decepção.
Àqueles que acreditaram, a satisfação
Àqueles que apostaram, a vitória
Àqueles que superestimaram, a confirmação
Àqueles que torceram a favor, o muito obrigado.
*Este poema resume bem uma história que tinha tudo para dar errado, mas, graças à coragem de poucos, vem dando tudo certo.
Escrito por Allysson Teotonio às 18h43
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2005 foi muito bom
Vou sentir saudade de 2005, um ano muito bom para a Faz. Ao contrário de 2004, quando vivemos uma divisão societária e, da noite para o dia, tivemos que criar uma nova agência. 2004 foi um ano de formatação do negócio e de muito investimento – de tempo e dinheiro. Pagamos para trabalhar. Em 2005, mais madura, a Faz pôde mostrar ainda mais seu potencial e iniciar um processo de consolidação e crescimento.
Neste ano, a Faz conquistou clientes importantes no setor público, como a Prefeitura de João Pessoa, e no setor privado, a exemplo da Construtora Brascon. Conquistamos admiradores, parceiros e, infelizmente, passamos a incomodar alguns. Mas não tem nada não. Se também estamos incomodando, é porque estamos fazendo um trabalho bem feito.
Com menos de dois anos no mercado, somos uma agência respeitada. Conquistamos esse respeito sem precisar bajular ninguém, apenas fazendo o que sabemos fazer: comunicação. A toda equipe, parabéns pelo esforço. Em 2006, tem mais trabalho e mais espaço para crescer.
Valeu, Raquel, João, Thiago, Alex, Eliza, Gustavo, Walesca, Suely, Lula, Aninha, Fabiana, Alexander, Anita, Alexandre e Laís - nossa equipe atual. Valeu, Ocelyo e Priscila - embora não estejam mais na Faz, também deram sua contribuição.
Escrito por Allysson Teotonio às 18h13
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Força estranha

Depois de muitos anos voltei ao bar Cantinho do Rei, no Castelo Branco. Fazia tempo que eu queria ir lá pra ouvir algumas músicas do “rei” e tomar uma cerveja. Não sou fã dele, mas de algumas músicas – do meio da carreira – gosto muito. “As curvas da Estrada de Santos”, a minha preferida, ouvi duas vezes. Mas se fosse a versão cantada por Elis Regina, seria bem melhor.
Pra quem não conhece, o bar só toca música de Roberto Carlos. O dono é um fã ardoroso. Decorou o ambiente todo em azul – a cor preferida do cantor – com fotos espalhadas por toda a parede. Da Jovem Guarda até hoje. Quem quiser escolher a música que quer ouvir basta pedir o cardápio musical, com mais de 500 músicas catalogadas. Você encontra o que quiser. “Do fundo do meu coração”, que eu adoro e recomendo a versão de Adriana Calcanhoto; e “O Taxista”, que eu detesto – ouve quem quer.
O meio da carreira de Roberto Carlos é genial. O começo, que coincide com a Jovem Guarda, “O Calhambeque”, é uma droga. O fim da carreira, que corresponde à fase atual, que a Globo insiste em nos presentear no Natal, é sofrível.
Como você pode perceber, minha relação com a música de Roberto Carlos, pra falar a verdade, é um poço de contradições. Eu acho a voz dele horrível – e o corte de cabelo também, mas esqueçamos esse comentário, voltemos à música. Os arranjos das músicas são extremamente cafonas. Quando outro cantor grava Roberto Carlos, você pode perceber que a versão fica dez vezes melhor que a original. Caetano Veloso cantando Roberto Carlos é a coisa mais linda do mundo. Ouça “Fera ferida”, por exemplo.
Você deve estar se perguntando: o que danado esse cara foi fazer no Cantinho do Rei, se não pára de criticar Roberto Carlos? Mas é fácil responder a essa pergunta: ele fala de amor da forma mais simples do mundo, com as melodias mais previsíveis e pegajosas que você possa imaginar. Não há quem resista à “Proposta”. Eu diria até que se trata de uma “Força estranha”. Você vai ouvindo, bebendo, pedindo, ouvindo, conversando, se envolvendo e, depois da terceira ou quarta cerveja, corre o risco de sair de lá chamando sua mulher de “Maria Rita”.
Escrito por Allysson Teotonio às 20h52
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Vale dos dinossauros
Nesse final de semana tive a oportunidade de conhecer o Vale dos Dinossauros, em Sousa. Vale a pena. O problema é que ele precisa de mais atenção do poder público. Os guias estão vivendo do dinheiro que os visitantes dão - quando dão. A estrutura do parque é acanhada. Falta algo mais pra se tornar mais atrativo. Acho que um patrimônio como aquele, capaz de atrair turistas do mundo inteiro, merece muito mais atenção.
Se não cuidarem logo, o parque vai acabar sendo extinto, assim como seus moradores do passado. E por falar em extinção, contrariando as teorias dos paleontólogos e geólogos, os dinossauros se foram por causa do calor que faz naquela região. Tenho certeza que eles morreram de calor. Pense numa terra quente!

Escrito por Allysson Teotonio às 19h02
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